Carta de Brasília (Articulação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Eventos)
Carta de Brasília (Articulação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Eventos)
conhecer a iniciativaA "Carta de Brasília" foi elaborada pela Articulação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Eventos (ANTE), uma rede que reúne coletivos setoriais, regionais e nacionais, sindicatos, lideranças e profissionais das áreas técnicas de eventos da Cultura e da Economia Criativa. A ANTE foi criada pelo I Fórum Nacional dos Trabalhadores em Eventos (2022) para dar seguimento a uma extensa agenda de reivindicações e sugestões ao Poder Público, culminando na elaboração da "Carta de Brasília - I FNTE (2022)", focada na regulamentação das profissões e na criação de um marco legal para a categoria. O documento, agora atualizado e reformulado, foi apresentado às autoridades competentes durante o II Fórum Nacional de Trabalhadores em Eventos, realizado entre os dias 2 e 5 de setembro de 2024, após dois meses de escuta ativa em cinco encontros regionais e sete encontros setoriais. A pesquisa "Mapa da Graxa", conduzida em parceria com o IPEA, também serviu como base para as reivindicações, contando com quase 600 respondentes. A versão final da "Carta de Brasília" contou com o apoio de 137 entidades e 675 assinaturas individuais, e foca em temas como:
- Defesa da Democracia: Reafirma a necessidade de proteger as instituições democráticas e ampliar o engajamento da população nas decisões políticas.
- Direitos Humanos e Inclusão Social: Destaca o combate à desigualdade social, racial e de gênero, priorizando políticas que garantam igualdade de oportunidades e o pleno acesso aos direitos fundamentais.
- Sustentabilidade Ambiental: Propõe ações para enfrentar a crise climática e assegurar o desenvolvimento sustentável, com preservação dos biomas e recursos naturais.
- Fortalecimento da Educação e Saúde Pública: Exorta ao fortalecimento das redes públicas de educação e saúde, promovendo acesso universal e de qualidade.
- Economia Justa: Defende um modelo econômico inclusivo, com foco na distribuição de renda e combate à pobreza.